Quanto mais longe, mais perto me sinto de ti, como se os teus passos estivessem aqui ao pé de mim e eu pudesse seguir-te, falar-te e dizer-te ao ouvido que te amo e como te procuro, no meio de uma destas ruas em que te vejo, zangada de saudade, no céu claro, no dia frio. Devolve-me a minha vida e o meu tempo. Diz qualquer coisa a este coração palerma que não sabe nada de nada, que julga que andas aqui perto e chama sem parar por ti. É esse afastamento que nos magoa, que nos põe doidos, sempre a procura do eco que não vem. Os que vêm sao bem-vindos, às vezes, mas não são os que queremos. Quando somos honestos, ou estamos apaixonados, é apenas um que se pretende. Tenho a certeza que não se pode ter o que se ama. Ser amado não responde jamais ao amor que temos, porque não nos pertence.
07 dezembro, 2009
foi apenas nada.
Quanto mais longe, mais perto me sinto de ti, como se os teus passos estivessem aqui ao pé de mim e eu pudesse seguir-te, falar-te e dizer-te ao ouvido que te amo e como te procuro, no meio de uma destas ruas em que te vejo, zangada de saudade, no céu claro, no dia frio. Devolve-me a minha vida e o meu tempo. Diz qualquer coisa a este coração palerma que não sabe nada de nada, que julga que andas aqui perto e chama sem parar por ti. É esse afastamento que nos magoa, que nos põe doidos, sempre a procura do eco que não vem. Os que vêm sao bem-vindos, às vezes, mas não são os que queremos. Quando somos honestos, ou estamos apaixonados, é apenas um que se pretende. Tenho a certeza que não se pode ter o que se ama. Ser amado não responde jamais ao amor que temos, porque não nos pertence.
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badalhoca!
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